Enquanto corria percebi e pude confirmar a questão de que o povo catalão é realmente mais fechado. Durante o percursso eu cumprimentava as pessoas, lhes dizendo "Hola, bon dia!" e dava um singelo sorriso, mas, de umas 80 pessoas apenas 10 me responderam. Quando cheguei em casa, fui descansar, voltei para cama e dormi um pouco até a hora do almoço.
Mais tarde, fui ficar com os amigos da Silvia na faculdade, ficamos lá conversando, bebendo e nos divertindo. Foi legal esse contato! Detalhe importante: "A faculdade da Sìlvia é sacanagem. Muito maneira!"
As pessoas lá estudam de verdade, não é como no Brasil, onde os alunos ficam nos bares mais próximos fingindo que estudam. Aqui todo mundo é bastante concentrado e focado nos seus objetivos. Isso é bom! É claro que eles dizem sentir vontade de viver como no Brasil, mais soltos e mais alegres, pois segundo eles, vivem estressados e vivem menos por causa de tanto foco no trabalho. Eu disse para eles que o bom da vida é que se tenha equilibrio, mas que admiro a forma como eles conduzem o caminho até suas metas.
Depois desse papo cabeça com a galera da faculdade de arquitetura, tive que relaxar um pouco a mente, então dali, fui para o Camp Nou ver a loja do Barcelona e o treino de Hoquei no Gelo das crianças. A loja do Barcelona é muito sinistra, gigante e com muitos acessórios legais do clube catalão, sem falar é claro na qualidade dos uniformes completos.
Após o Boliche fomos caminhando para casa e esse retorno foi dos mais
engraçados, enquanto andávamos pela rua, a brincadeira e todo o clima de humor já dominava nosso grupo, cantamos, dançamos e até fizemos um esboço de "Ciranda Cirandinha"... porém, devo confessar que o auge desse retorno foi quando tive que dançar em homenagem ao Pequeno Michael. Sim Brasil, imitei o tão querido Michael Jackson em frente ao Camp Nou... Que loucura! Mas é isso, o amor nos faz conhecer diversas faces do nosso ser interior e isso é fantástico!
Dançando Michael Jackson com Jordi em frente ao Camp Nou (Shake body)











